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França e Itália têm nota de risco rebaixada pela S&P

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França e Itália têm nota de risco rebaixada pela S&P

Espanha, Portugal, Áustria, entre outros países da zona do euro também tiveram nota revisada

Presidente francês Nicolas Sarkozy pode ter sua reeleição ameaçada pelo rebaixamento Foto: Philippe Wojazer/25-09-2011 / Reuters

Presidente francês Nicolas Sarkozy pode ter sua reeleição ameaçada pelo rebaixamento Philippe Wojazer/25-09-2011 / Reuters

BERLIM - A França perdeu nesta sexta-feira o rating AAA da dívida soberana pela agência de classificação de risco Standard & Poor's. O rebaixamento de um degrau para AA+ foi antecipado pelo “Wall Street Journal” e confirmado pela agência. Além da França, a nota da Itália caiu a A para BBB+. Espanha e Portugal também foram rebaixados para A e BB, respectivamente. As notas de Alemanha, Holanda, Finlândia e Luxemburgo não sofreram alteração. Já a Austria caiu para AA+. E a Eslováquia caiu de A+ para A.

O prêmio de risco, que reflete a taxa de juro exigida pelos títulos franceses em relação aos títulos alemães, os mais seguros da Europa, subiu de 120 pontos para 134 pontos básicos.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, reiterou, sem citar o rebaixamento, que está comprometido com “fortes decisões” nas próximas semanas, para impulsionar o crescimento e a competitividade do país.

Em dezembro, a S&P colocou os ratings de 15 países da zona do euro sob revisão negativa de crédito - incluindo os da Alemanha e da França, que têm rating máximo - e informou que "estresses sistêmicos" estavam aumentando na medida em que as condições de crédito se apertavam no bloco de 17 nações. Desde então, o Banco Central Europeu (BCE) inundou o sistema bancário com dinheiro barato a um prazo de três anos para evitar uma crise de crédito. Naquela ocasião, a S&P informou que também poderia rebaixar o fundo de resgate da zona do euro, o EFSF.

Um rebaixamento poderia automaticamente forçar alguns fundos de investimento a vender bônus dos países afetados, elevando ainda mais os custos de financiamento desses países. "Isso foi precificado há várias semanas, mas o mercado tinha ficado complacente durante o recesso, e novo ano começou com uma retomada do apetite por risco, graças parcialmente a um bom leilão espanhol", disse o diretor de estratégia cambial global do BNY Mellon em Boston, Samarjit Shankar. "Mas o leilão italiano trouxe-nos de volta à Terra e agora enfrentamos o espectro de mais rebaixamentos."

Para especialista, fundo de regaste europeu também pode ser afetado

O estrategista-chefe do banco alemão WestLB no Brasil, Luciano Rostagno, diz que o rebaixamento também pode impactar o FEEF (Fundo Europeu de Estabilidade Financeira), que tem a melhor nota creditícia, sustentado pelos seis países do bloco do euro com a melhor avaliação de risco. O fundo foi constituído para auxiliar no “resgate” das economias do bloco em dificuldades.

- O rebaixamento do rating da França também pode impactar no juro pago pelos títulos que esse fundo emitir - diz Rostagno.

O estrategista acredita que a Alemanha pode até se beneficiar do rebaixamento da nota da França.

- Como os papéis alemães mantêm a nota "AAA" e continuam sendo os mais seguros da Europa, os investidores poderão aumentar a procura por esses bônus - afirma.

Presidente do Banco Central da França crítica agências de risco

No mês passado, a possibilidade de a França perder o triplo "A" tinha aberto uma guerra dialética entre a França e a Inglaterra. O presidente do Banco Central da França, Christian Noyer, fez duras críticas ás agências de classificação de risco e, num gesto pouco diplomático, afirmou:

- As agências de classificação de risco deveriam rebaixar o triplo "A" do Reino Unido, que tem déficit mais alto, mais dívida, mais inflação e menos que crescimento que nós. As agências se tornaram incompreensíveis e irracionais.

Mesmo assim, o governo Sarkozy vinha tentando convencer os mercados que a perda da nota máxima não teria consequências irreparáveis. Sarkozy afirmou ao jornal francês “Le Monde” que a perda do triplo "A", seria uma “má notícia, mas não insuperável”. Ele prometeu que o governo reagiria com “sangue frio” ao rebaixamento, quando ele acontecesse.

Rebaixamento já havia sido precificado pelo mercado, diz analista

De acordo com Fausto Gouveia, analista da Legan Asset, desde a manhã desta sexta-feira já havia rumores de que a França, além de outros países da zona do euro, poderiam ter a nota rebaixada ainda esta semana. Quando a notícia apereceu nos terminais de agências de notícias internacionais, por volta de 13h, o mercado não reagiu imediatamente com tanta força. Depois, as bolsas europeias passaram a se desvalorizar, assim como as americanas e o Ibovespa.

- Na verdade, o mercado já tinha precificado o rebaixamento da França. As bolsas estão caindo, mas o impacto já foi minimizado. Na minha avaliação, os investidores estão repercutindo também a questão da Grécia. Os credores privados interromperam a negociação, o prazo para o país está se esgotando e não há solução á vista. O mercado já começa a precificar as consequências de um calote da Grécia. Como os credores privados vão receber os € 100 bilhões que a Grécia deve a eles - diz o analista.

Jason Vieira, analista da Corretora América do Sul, o rebaixamento da França pela S&P pode levar outras agências a fazer o mesmo:

- Foi uma espécie de morte anunciada. Agora é preciso observar o que vai acontecer, se outras agências vão no mesmo caminho e que taxa de juro o mercado vai exigir pelos títulos do país - afirma. - O rebaixamento pode levar o mercado a exigir taxa de juro mais alta pelos títulos franceses. O risco é a França ter que entrar numa escalada de juro alto para se refinanciar, como entraram Espanha e Itália - acrescenta Gouveia.

Além disso, lembra o analista, a França é afetada também pelo “fator Grécia” porque os bancos franceses possuem muitos títulos gregos.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/franca-italia-tem-nota-de-risco-rebaixada-pela-sp-3660785#ixzz1jNuv7A4a
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Última actualización el Viernes, 13 de Enero de 2012 23:43
 

Otro virus amenaza la seguridad de Facebook

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El gusano Ramnit robó las contraseñas de 45 mil usuarios, la mayoría de Francia y Reino Unido. Es capaz de infectar archivos ejecutables de Windows, Office y HTML. El malware fue descubierto por primera vez en abril de 2010 y en agosto del año pasado volvió a actuar

Otro virus amenaza la seguridad de Facebook

Una vez más el virus Ramnit puso en jaque la seguridad de Facebook al sustraer la contraseña de más de 45 mil usuarios, en su mayoría de Francia y Reino Unido, según informó el boletín de seguridad Securlet.

El gusano, además, es capaz de infectar archivos ejecutables de las computadoras que utilicen el sistema operativo Windows, como así también de las aplicaciones de Microsoft Office y HTML, indicaron expertos de la empresa McAfee.

"Sospechamos que se está utilizando este malware para robar las credenciales de las cuentas de Facebook y transmitir enlaces maliciosos a sus redes de amigos, por lo que se va extendiendo su actividad fraudulenta en la red", informaron desde Securlet.

Al conseguir las claves de los usuarios, Ramnit también tendrá acceso a otros servicios web, ya que la gente tiende a repetir las mismas contraseñas en los distintos servicios que usa en internet.

Este virus fue descubierto por primera vez en abril de 2010. En agosto del pasado año volvió a actuar en el sector financiero, penetrando remotamente en redes corporativas e infectando alrededor de 800 mil equipos.

En julio del año pasado, Symantec calculó que las distintas versiones de Ramnit eran las responsables del 17,3% de los ataques de programas maliciosos. Otra compañía, Trusteer, aseguró en agosto de 2011 que los creadores del gusano realizaron una combinación con el código fuente de otro patógeno digital, ZeuS, que lo hacía más efectivo en el contagio y en su peligrosidad.

Esta no es la primera vez que Facebook sufre ataques de un virus. En 2008, Koobface, atacó a la red social y a MySpace

Última actualización el Viernes, 13 de Enero de 2012 21:45
 

Nota Periodistica

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Señalan a Macri por financiar su campaña con fondos de una red de prostitución

Una ONG alertó sobre una denuncia que acusa a Raúl Martins de regentear una red de prostitucion; habría pagado coimas al gobierno porteño; lo publicó un medio español

La acusación a Mauricio Macri se desprende de una presentación efectuada en el blog de la ONG "La Alameda" . La organización muestra una denuncia, efectuada por Lorena Cristina Martins en el juzgado federal de Norberto Oyarbide, en donde acusa a su propio padre, Raúl Martins Coggiola, de "construir una estructura perfectamente desarrollada con el solo fin de cometer delitos indeterminados, para sostenerse y ampliar su imperio en la promoción y facilitación de la prostitución, y trata de personas."

 

En la misma presentación judicial, Lorena Martins asegura que su padre aportó dinero en forma "de coimas" a la ultima campaña política del jefe de Gobierno Porteño, Mauricio Macri.

Es así que Macri se reúne con Martins y (su mujer Estela) Percival en el mismo local que éstos tienen en México y en donde se ejerce la trata de personas y promoción de la prostitución, el cual se denomina "Mix Sky Lounge" (...) y organizan sus operaciones ilícitas", añadió.

"Estos pagos como otros que Martins efectúa para obtener protección de sus prostíbulos en Capital Federal, los hizo y hace en la comuna 7 que el Pro tiene en el barrio de Flores y que comanda Raúl Oscar Ríos" (ex presidente de la Agencia Gubernamental de Control), dice la denuncia.

"Allí, como en otros lugares, el inspector José Alonso es quién cobra "las coimas" para que estos prostíbulos puedan seguir funcionando y consigan sus habilitaciones sin respetar las más mínimas medidas de seguridad", continua la denuncia.

Según la denunciante, "Macri los contacta con su mano derecha Raúl Oscar Ríos (ex presidente de la Agencia Gubernamental de Control), y éste cuando renuncia a su cargo les presenta al municipal José Alonso."

"Según consta en un intercambio de mails entre Martins y sus secuaces, el mismo habría colaborado en la última campaña política" de Macri "que lo llevara a renovar su mandato como Jefe de Gobierno Porteño" para que "los prostíbulos puedan seguir funcionando y consigan sus habilitaciones sin respetar las más mínimas medidas de seguridad", afirma.

La Alameda indicó que "otro de los funcionarios (porteños) mencionados en la denuncia por coimas de la mafia proxeneta y tratante es José L. Alonso, inspector de Habilitaciones y Permisos de la Agencia Gubernamental de Control".

La ONG afirmó que "llama poderosamente la atención que la causa quedó en manos del juez federal Norberto Oyarbide, quien es íntimo de Raúl Martins en los negocios de proxenetismo en esta red mafiosa y trata de personas en la Ciudad de Buenos Aires"

Los medios de comunicación argentinos se hicieron eco de la noticia luego de que el diario español El Mundo levantara la información del blog de La Alameda y publicara la noticia.

En dialogo con LA NACION, Gustavo Vera, titular de La Alameda, indicó que "la semana que viene se efectuará una denuncia ante la justicia de Buenos Aires por cohecho y corrupción, a todos los implicados en la denuncia de Lorena Martins, entre los que se encuentran Mauricio Macri".

Contamos con una serie de mails que muestran el pago de coimas de Raúl Martins al gobierno de Macri", señalo y añadió que "se irán presentando conforme a las reglas de la justicia y cuando se pueda".

Además, adelanto que el cardenal "Jorge Bergoglio se reunirá la semana próxima con Lorena Martins y otras chicas abusadas en la red de prostitucion y trata que se denuncia, para dar su apoyo para que el caso se esclarezca."

En relación a las fotos que publica la ONG en su blog , Vera indicó que "son del mes de noviembre de 2010, cuando Mauricio Macri y su esposa Juliana Awada viajaron a Cancún, en México, exclusivamente para juntarse con Martins en el prostíbulo MIX".

La NACIÓN se comunico con gente del entorno de Mauricio Macri y aun no han emitido una respuesta a la acusación.

 

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Última actualización el Sábado, 14 de Enero de 2012 22:41
 

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